Apoiadora de Lula pediu “chuva com trovão” antes de temporal em ato de Nikolas

Por Redação 25/01/2026, às 19h04 - Atualizado 26/01/2026 às 05h38

Uma publicação feita pela influenciadora conhecida como Irmã Mônica, na última sexta-feira (23), ganhou repercussão nas redes sociais após um temporal com descargas elétricas atingir a região onde ocorreu, neste domingo (25), o encerramento da caminhada organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), em Brasília.

Na mensagem divulgada no X (antigo Twitter), a influenciadora, que costuma se posicionar publicamente em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aparece em vídeo fazendo uma oração e pedindo que chovesse durante o trajeto do parlamentar até a capital federal.

Dois dias depois, já durante o ato realizado nas proximidades da Praça do Cruzeiro, um raio atingiu uma área próxima ao grupo de manifestantes que aguardava a chegada do deputado. Segundo o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, 33 pessoas precisaram ser socorridas e encaminhadas a unidades de saúde após a descarga elétrica, ocorrida em meio à forte chuva.

As vítimas apresentaram sintomas compatíveis com exposição indireta ao raio e foram atendidas no local antes do encaminhamento hospitalar. Não houve registro de mortes.

O vídeo publicado por Irmã Mônica mostra a influenciadora segurando uma bandeira do Brasil enquanto faz a oração. No início da gravação, o tempo aparece estável, mas ao longo dos minutos a chuva começa e trovões podem ser ouvidos ao fundo.

Após o temporal, a influenciadora voltou a se manifestar nas redes sociais, relacionando o episódio climático ao pedido feito anteriormente.

Irmã Mônica possui atualmente cerca de 50 mil seguidores no X e aproximadamente 175 mil no Instagram, onde costuma comentar temas políticos e religiosos.

A mobilização liderada por Nikolas Ferreira foi batizada de “Caminhada da Liberdade” e teve início na segunda-feira (19), em Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, percorrendo cerca de 240 quilômetros até Brasília. O ato teve como principal pauta críticas ao Supremo Tribunal Federal e protestos contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.