Durante a Festa de Iemanjá, realizada nesta segunda-feira (2), o secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, destacou a importância do festejo como expressão da identidade e da memória do povo baiano. Segundo ele, a celebração centenária vai além da música e da diversão, sendo um espaço de conexão com a história e a ancestralidade. “É através da cultura que nós temos a possibilidade de visitar essa história, conhecer a memória e o que nos trouxe até aqui”, afirmou.
Bruno ressaltou que os festejos populares da Bahia carregam um significado cultural profundo e que o Governo do Estado tem ampliado, a cada ano, o apoio à presença de grupos culturais nesses eventos. “Não é só um momento de música, de beber, de dançar. Tem toda uma conexão, uma história que traz isso, que é valorizada especialmente pela força da cultura”, disse.
Ao falar sobre os preparativos para o Carnaval, o secretário afirmou que a organização já está em ritmo acelerado, com a atuação integrada de diversas áreas do governo. “Os preparativos estão a mil, com uma estrutura muito grande de serviços públicos que o Governo do Estado oferece, com cultura, turismo, segurança, saúde, trabalho decente e toda proteção de direitos”, declarou. Ele também reforçou a importância da diversidade artística nos circuitos da festa.
O secretário também comentou sobre especulações envolvendo mudanças nos locais tradicionais do Carnaval e garantiu que a festa seguirá acontecendo nos circuitos oficiais. “O Carnaval vai ser no Pelourinho, no Campo Grande, na Barra-Ondina, no Nordeste de Amaralina, na Liberdade, no Garcia, nos circuitos oficiais. O resto é especulação”, afirmou.
Por fim, Bruno Monteiro defendeu que qualquer debate sobre o futuro do Carnaval deve ocorrer de forma democrática, com a participação de todos os setores envolvidos. “Os interesses primeiros de uma festa como o Carnaval têm que ser os interesses populares”, disse. Segundo ele, o objetivo do governo é seguir trabalhando para entregar um grande Carnaval e reforçar a identidade cultural da Bahia.