Segurança de Gusttavo Lima é alvo de operação da PF; saiba mais

Por Redação 17/12/2024, às 11h32 - Atualizado às 11h32

O policial civil Rogério de Almeida Felício, conhecido como Rogerinho, está foragido após ser apontado como suspeito de envolvimento com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi citado na operação realizada nesta terça-feira (17), em São Paulo, que visa desmantelar o envolvimento de policiais com o grupo criminoso.

Rogerinho, que trabalha na segurança do cantor Gusttavo Lima, é investigado por supostos laços com atividades ilegais, incluindo a manipulação de investigações policiais e corrupção para proteger criminosos. A operação, realizada em conjunto com o Ministério Público de São Paulo, resultou na prisão de sete pessoas, incluindo um delegado e três policiais civis.

O policial é citado na delação do empresário Vinícius Gritzbach, assassinado no mês passado em Guarulhos. Segundo a delação, Rogerinho teria ficado com um relógio de Gritzbach, possivelmente adquirido através de negociações ilícitas. Prints de redes sociais mostram o policial ostentando o item.

Além de seu salário de aproximadamente R$ 7 mil na Polícia Civil, Rogerinho é suspeito de ser sócio de uma clínica de estética, uma empresa de segurança privada e uma construtora em São Paulo, levantando suspeitas sobre seu envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro do PCC. Na manhã de terça-feira, a PF fez buscas em endereços ligados a ele, mas não obteve sucesso em localizá-lo.