A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (20), a segunda fase da Operação Diamante de Sangue, que investiga um grupo criminoso especializado em furtos interestaduais a joalherias.
A ação resultou no bloqueio de R$ 17 milhões em bens e ativos financeiros ligados aos investigados. Segundo a polícia, o objetivo é enfraquecer a estrutura financeira da organização criminosa.
Com apoio das Polícias Civis de Sergipe, Goiás e São Paulo, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva — dois em Sergipe e um nos estados de São Paulo e Goiás.
As investigações da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), ligada ao DEIC, apontam que o grupo utilizava empresas e terceiros para movimentar e ocultar recursos obtidos com as ações criminosas, dificultando o rastreamento do dinheiro.
Na primeira fase da operação, a Justiça já havia determinado o bloqueio de cerca de R$ 13 milhões em contas bancárias, além do sequestro de veículos de luxo ligados aos investigados.