Por Cíntia Santos, com informações de Záfya Tomaz
A declaração foi dada durante agenda dos programas Governo do Brasil na Rua e Periferia de Direitos, no Centro Social Urbano (CSU) de Pernambués, em Salvador. “Não precisa desvincular, porque nós somos totalmente desvinculados. Nossa participação não é nem com o Master”, afirmou o senador.
Wagner explicou que a relação ocorreu durante a privatização da Cesta do Povo e envolveu o cartão utilizado na operação. “Foi privatizar a Cesta do Povo, que era um trambolho na nossa mão. Com ele foi o cartão. Dali pra frente a responsabilidade é deles”, disse.
O senador também citou que outros estados aderiram ao mesmo sistema e minimizou questionamentos sobre o tema. “O que tem que se perguntar é por que 23 outros estados entraram no cartão. Nós estamos muito à vontade em relação a isso”, declarou.
Jaques Wagner ainda comentou a situação financeira do Banco Regional de Brasília (BRB) e afirmou que a busca foi por uma instituição considerada mais segura. “O BRB está cheio de problemas, meio insolvente dependendo de empréstimos. Então fomos batendo em uma porta mais segura que a do Banco do Brasil”, afirmou.
Ao final, reforçou que o Banco Master “não passou pela Bahia”.