Aidilma Matos denunciou ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) uma possível irregularidade envolvendo um plano de previdência privada contratado por seu pai, que tinha 85 anos à época. O caso foi registrado sob o IDEA nº 720.9.262805/2025.
Segundo Aidilma, o idoso já possuía um plano de previdência em uma agência do Bradesco, em Riachão do Jacuípe, no qual os beneficiários eram seus herdeiros legais.
Posteriormente, teria sido contratado um segundo plano. Conforme a denúncia, o novo contrato indicava como beneficiária exclusiva uma pessoa desconhecida pela família, substituindo os herdeiros que constavam na apólice anterior.
O segurado morreu em março de 2026. A família afirma que só tomou conhecimento do segundo plano após analisar os documentos deixados por ele.
Ao procurar a agência, Aidilma diz ter sido informada de que o cadastro do beneficiário havia sido feito com base em informações fornecidas pelo próprio cliente e validado por biometria.
A família, porém, afirma não ter encontrado registros civis compatíveis com o nome e a data de nascimento da pessoa indicada na apólice. A situação levantou dúvidas sobre a autenticidade do cadastro e