BRB afirma ter sido vítima de “atos criminosos” no caso Banco Master

Por Redação 13/09/2026, às 16h30 - Atualizado às 15h34

O Banco de Brasília (BRB) afirmou ter sido vítima de “atos criminosos” após a quebra de sigilo dos autos relacionados ao caso Banco Master. Em nota de esclarecimento, a instituição destacou medidas adotadas pela atual gestão para investigar as operações sob apuração e proteger o patrimônio do banco.

Segundo o BRB, a instituição contratou o escritório Machado e Meyer, com suporte técnico da consultoria Kroll, para realizar uma auditoria forense independente. Os resultados foram encaminhados à Polícia Federal (PF), ao Ministério Público Federal (MPF), ao Banco Central, à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e ao Poder Judiciário.

O banco afirmou que o trabalho interno contribuiu “significativamente” para as conclusões da PF no inquérito em andamento e também teria levado à abertura de uma nova frente de investigação, relacionada à suspeita de gestão fraudulenta praticada por antigos gestores.

Na nota, o BRB ressaltou ainda a mudança na administração da instituição, com a renovação integral da diretoria executiva e o reforço dos mecanismos de controle interno e governança. O banco afirmou que também adotou medidas administrativas, extrajudiciais e judiciais para buscar a responsabilização de possíveis envolvidos e eventual ressarcimento de prejuízos.

Por causa das investigações em andamento, o BRB informou que não comentará casos ou pessoas específicas. A instituição afirmou que continuará colaborando com as autoridades e adotando medidas para proteger seu patrimônio e aprimorar os mecanismos de governança e controle.