Governo antecipa calendário do CNU e resultado será divulgado em 4 de fevereiro

Por Redação 15/01/2025, às 04h13 - Atualizado 14/01/2025 às 17h44

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) anunciou a antecipação do calendário do Concurso Nacional Unificado (CNU). Segundo a ministra Esther Dweck, o resultado será divulgado no dia 4 de fevereiro, uma semana antes do previsto. A partir dessa data, os candidatos convocados para os cursos de formação das carreiras dos blocos 1 a 7 deverão confirmar sua participação. Para os cargos do bloco 8, de nível médio, o curso de formação não será exigido.

Os candidatos terão os dias 4 e 5 de fevereiro para confirmar o interesse em participar da primeira convocação do curso de formação, por meio da área do candidato. As convocações seguintes estão previstas para os dias 11 e 18 de fevereiro, com o mesmo prazo de dois dias para manifestação de interesse.

A ministra alertou que, ao aceitar participar do curso de formação de um cargo específico, o candidato será automaticamente eliminado da disputa por cargos com classificação inferior na lista de preferência apresentada durante a inscrição.

“Quando o candidato acessa a área do candidato e confirma participação no curso de formação de determinada carreira, ele não estará mais elegível para os cargos abaixo de sua preferência inicial”, explicou Esther Dweck.

Remuneração

Os candidatos que participarem dos cursos de formação receberão 50% do salário-base do cargo durante o período. O objetivo, segundo o MGI, é assegurar condições financeiras para que os participantes possam se manter enquanto realizam essa etapa obrigatória do certame.

O edital prevê até três convocações para cada cargo, já que os candidatos puderam se inscrever em mais de uma vaga. Cada convocação seguirá o cronograma, permitindo a manifestação dos candidatos e priorizando a lista de classificação.

Os cursos de formação são obrigatórios para os candidatos aprovados nos blocos 1 a 7 e constituem a última etapa do certame. Para o bloco 8, de ensino médio, os aprovados não precisarão realizar essa etapa, seguindo diretamente para a posse.

A medida reforça o compromisso do governo em organizar e modernizar a administração pública, garantindo celeridade no preenchimento das vagas previstas no concurso.