Nos últimos anos, o look de treino saiu da academia e ganhou as ruas, cafés, aeroportos e até reuniões de trabalho. Em 2025, essa estética esportiva se consolidou como símbolo de estilo e, para muitos, também de status. Afinal, ter tempo para se exercitar é um privilégio.
Se antes bolsas de grife, saltos altos e produções formais eram a expressão máxima do luxo, hoje são as roupas e acessórios de treino combinadas ao lifestyle esportivo que indicam seu lugar na sociedade.
A palavra da vez é bem-estar. Liberdade e tempo se tornaram as novas moedas de valor, e isso está refletido nas roupas. Tecidos tecnológicos, modelagens que permitem movimento e combinações minimalistas ganham espaço no dia a dia de quem busca praticidade sem abrir mão de estilo.
Do treino para qualquer lugar, o look de academia deixou de ser restrito aos treinos. Leggings, tops e tênis de performance agora circulam com naturalidade fora do ambiente esportivo. Com um blazer oversized ou uma boa camisa, eles ganham um ar sofisticado e versátil, totalmente inserido na estética athleisure.
Mais do que peças caras, o verdadeiro luxo está em ter uma rotina equilibrada, cuidar do corpo e da mente, e refletir isso também no que se veste.
Marcas que estão liderando esse movimento, como Celine que já lançou coleções voltadas para treino, incluindo peças para pilates. Alo e Lululemon não se posicionam oficialmente como luxo, mas conquistaram o público com design sofisticado, qualidade premium e experiências exclusivas para clientes selecionados.
Gigantes como Adidas, Nike e On Running entenderam o potencial do mercado e passaram a criar peças com design mais polido e cores mais atrativas para uso casual.
No Brasil, nomes como Track & Field, Live!, Body For Sure e Intu têm apostado em coleções que unem funcionalidade, estética e versatilidade, provando que a moda esportiva não é mais tendência passageira: ela veio para ficar.
Larissa Rodrigues