Jair Ventura ressalta trabalho da equipe e alerta “a gente tem muita coisa para fazer ainda”

Por Redação 08/09/2026, às 00h01 - Atualizado às 00h01

Após o resultado positivo contra a equipe do Grêmio por 1 a 0 na noite desta segunda-feira, 7, Jair Ventura ressaltou o trabalho e a dedicação da equipe, além de manter o pé no chão para o futuro da competição.

A gente tem muita coisa para fazer ainda. Infelizmente não vamos conseguir continuar na Copa do Brasil, mas agora temos um foco único, que é o Campeonato Brasileiro. Demos um salto importante na tabela, que a gente possa continuar assim.”

Situação de jogo.

Ao ser questionado sobre as situações de jogo que o Vitória encontrou durante a partida, Jair Ventura falou sobre como tranquilizou os atletas para terem a “cabeça no lugar” para conseguir o resultado.

“Tem vezes que a gente joga bem e o gol não sai, mas hoje eu falei pra eles: o gol é questão de tempo.” Se manter equilibrado e organizado, que era questão de tempo do gol sair.”

Vantagem do Z4

Após este resultado, o Vitória conquistou a maior distância de pontos do Z4 do campeonato na temporada. Jair Ventura ressaltou a importância da vantagem.

“A vantagem é importante, um salto na tabela também é importante. De repente, não por posição — acho que foram só três posições —, mas pela pontuação, que é muito alta. Então, é importante para nos dar essa tranquilidade momentânea desse jogo, mas já buscar essa primeira vitória fora que está nos incomodando também, que a gente possa animicamente se recuperar.”

Postura de “paizão”

Quando perguntado sobre a relação com seus atletas, Jair Ventura falou sobre a satisfação que tem em ter tido boas relações com os atletas durante a sua carreira.

“Hoje, se você me perguntar nesses 10 anos de carreira, do que eu mais me orgulho, é isso. É de saber que, no dia em que eu sair daqui, eu vou sair como entrei: com respeito a eles, considerações, eles entenderem quem joga e quem não joga, e que eu faço sempre o que é o melhor para o clube em que estou trabalhando. Essa é a minha maior felicidade de todos esses anos que eu trabalho: saber que eu sempre vou sair ou ficar pelos resultados, não por perder o vestiário, não por eles não estarem dando, não aquela coisa de “vão me derrubar o treinador”, “já bateu no teto, não serve mais”.