A Espanha não conquistou apenas o bicampeonato mundial nos Estados Unidos. Com a vitória por 1 a 0 sobre a Argentina na prorrogação, no MetLife Stadium, a seleção também garantiu a maior premiação da história das Copas do Mundo.
Pelo título, a equipe comandada por Luis de la Fuente receberá US$ 50 milhões, cerca de R$ 255,5 milhões na cotação atual, pagos pela Fifa. O valor supera o recorde anterior, que pertencia justamente à Argentina, premiada com US$ 42 milhões após a conquista do Mundial de 2022, no Catar.
Mesmo com a derrota na decisão, a Argentina também garantiu uma quantia expressiva. O vice-campeonato rendeu US$ 33 milhões, aproximadamente R$ 168,6 milhões.
A Inglaterra terminou a competição na terceira colocação e embolsou US$ 29 milhões, o equivalente a R$ 148,2 milhões, depois de vencer a França por 6 a 4 na disputa pelo terceiro lugar. Os franceses, que ficaram em quarto, receberam US$ 27 milhões, cerca de R$ 138 milhões.
Além da premiação de acordo com a colocação, todas as 48 seleções participantes já tinham direito a uma cota mínima de US$ 12,5 milhões. Desse valor, US$ 2,5 milhões foram destinados a custos operacionais e logísticos, enquanto os US$ 10 milhões restantes ficaram à disposição de cada federação.
Espanha, campeã: US$ 50 milhões (R$ 255,5 milhões)
Argentina, vice-campeã: US$ 33 milhões (R$ 168,6 milhões)
Inglaterra, terceira colocada: US$ 29 milhões (R$ 148,2 milhões)
França, quarta colocada: US$ 27 milhões (R$ 138 milhões)
Cota mínima de participação: US$ 12,5 milhões (R$ 63,9 milhões)
A conquista também reforça o excelente momento vivido pelo futebol espanhol. Campeã da Eurocopa de 2024, após superar a Inglaterra na decisão, a seleção recebeu 28,25 milhões de euros da Uefa, aproximadamente R$ 165,7 milhões.
Somando as premiações dos dois principais torneios do futebol mundial nos últimos dois anos, a Federação Espanhola já acumulou mais de R$ 420 milhões.
