O conselheiro de administração, Roberto Valverde, viralizou nas redes sociais, após uma fala polêmica de que a Barra, em Salvador, podia “ser um Leblon”, em relação a grife do bairro do Rio de Janeiro. Segundo ele, o bairro da capital baiana pertence a uma milícia de distribuidoras de bebidas e isso atrai o tráfico de drogas na região.
Valverde afirma faltar coragem pra limitar a distribuição de bebida do bairro inteiro para apenas uma distribuidora, ainda completa que além de atrair o tráfico, atrai também prostituição e “farofeiro que pega isopor com a caixa de som e vai na praia”.
O conselheiro sugere uma proibição do que chama de poluição sonora, regra de concessão de espaço pra quiosque, regulamentação de tipo de comércio. Ele acredita que essas mudanças criariam um ambiente do vídeo e tirar a “malocada” do bairro.
A Associação de Moradores e Amigos da Barra (AMABARRA) se pronunciou sobre a postagem de Roberto e afirmou que “a Barra não precisa ser um Leblon”, e disparou que a Barra precisa de ordenamento, zeladoria, manutenção, segurança, educação, fiscalização e de moradores e comerciantes que a amem.
“De Leblon, já temos um dos metros quadrado mais caro de Salvador e um IPTU, proporcional ao do bairro carioca. Aqui temos coisa que não há no Leblon, e nem em lugar nenhum: Nossos fortes, nossas praias, nosso Parque Marinho e o mais importante, onde começou a nossa história”, publicou a associação.
Confira o vídeo:
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