Moradores da Rua Almeida Garret, no Itaigara, em Salvador, denunciam o abandono de dois imóveis e a presença de pessoas em situação de rua e usuários de drogas no local.
Imagens enviadas ao Taktá, por meio do canal de denúncias Isso Taktá, mostram dois homens retirando a caixa de energia de um dos imóveis. O registro foi feito no último sábado (29).
Em outro vídeo, gravado nesta quarta-feira (2), moradores mostram as condições de abandono de outro prédio e pedem providências aos órgãos competentes.
Os dois imóveis funcionavam como estabelecimentos comerciais, mas foram fechados e permaneceram abandonados. Segundo os moradores, com o passar do tempo, pessoas em situação de rua e usuários de drogas passaram a ocupar os espaços.
Ainda de acordo com os relatos, fios, peças metálicas, vidros, alumínio, portas e janelas foram retirados dos prédios, que atualmente estão bastante depredados.
Os moradores também relatam consumo de drogas a céu aberto, relações sexuais e pessoas fazendo necessidades fisiológicas dentro e no entorno dos imóveis. Há ainda queixas sobre animais levados para os locais e barulho durante a madrugada, principalmente durante a retirada de partes da estrutura.
A situação, segundo os moradores, tem provocado medo e afetado o sossego na região. Eles pedem que os responsáveis pelos imóveis e os órgãos competentes adotem medidas para solucionar o problema.
Polícia Militar se posiciona
Procurada pelo Taktá, a Polícia Militar informou que o policiamento ostensivo no Itaigara segue intensificado, com radiopatrulhamento, abordagens e permanência de viaturas em pontos onde foram registrados casos recentes. Segundo a corporação, as ações são orientadas pela mancha criminal e buscam prevenir e coibir delitos, especialmente em áreas comerciais e de maior fluxo.
O policiamento na região é de responsabilidade da 35ª CIPM, com apoio da CIPT/Rondesp Atlântico e do Batalhão Apolo. A PM informou ainda que o patrulhamento é realizado diariamente por guarnições motorizadas.
A corporação orienta que situações suspeitas sejam comunicadas pelo 190 ou pelo 181 (Disque-Denúncia).
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