O CFM (Conselho Federal de Medicina) determinou, nesta quarta-feira (7), a abertura de uma sindicância no Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) para apurar a suposta falta de assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em nota, o conselho informou ter recebido denúncias sobre a ausência de atendimento médico durante o cumprimento da prisão do ex-presidente, após ele sofrer uma queda na madrugada de terça-feira (6).
O CFM também citou outros episódios de saúde envolvendo Bolsonaro, como crises de soluço e cirurgias abdominais, e afirmou que “declarações públicas sobre relatos de intercorrências clínicas causam extrema preocupação à sociedade brasileira”. O ex-chefe do Planalto foi levado, na manhã desta quarta-feira, para a realização de exames médicos.
A sindicância, uma vez instaurada, pode resultar em penalidades leves ou subsidiar a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar.
Jair Bolsonaro foi condenado por participação em um plano de golpe de Estado a 27 anos e três meses de prisão.