EUA reduzem tarifas, mas Brasil segue em desvantagem, diz Alckmin

Por Redação 15/11/2025, às 22h03 - Atualizado às 19h05

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, avaliou neste sábado (15) que a decisão dos Estados Unidos de cortar tarifas sobre cerca de 200 produtos alimentícios é um avanço, mas ainda insuficiente para equalizar a competição internacional.

Político afirmou que a sobretaxa exclusiva de 40% aplicada ao Brasil mantém o país em desvantagem frente a outros exportadores.

Segundo Alckmin, embora os EUA tenham retirado a tarifa global de 10% cobrada desde abril de países latino-americanos, o Brasil segue com uma alíquota adicional que limita a competitividade. Produtos como café, carne bovina, frutas e castanhas passaram de 50% para 40% de taxação, ainda acima dos rivais.

O vice-presidente reforçou que o setor de suco de laranja foi um dos poucos plenamente beneficiados, chegando à isenção total, o que pode gerar US$ 1,2 bilhão em novas exportações.