Por Gabriela Encinas
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) comentou nesta terça-feira (2) os problemas no fornecimento de água em Salvador e destacou a tramitação de projetos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), da qual é presidente.
Ao ser questionado pela equipe do TakTá sobre as recentes falhas no abastecimento, o parlamentar disse que a situação já está sendo restabelecida. “Olha, a Embasa é uma empresa que segura o fornecimento de água aqui em Salvador com a cobertura de quase 100% dos domicílios. Teve um problema de uma grande operação que deixou alguns dias sem o fornecimento de água, mas já foi retomado”, afirmou.
Ele acrescentou que a comissão tem buscado acompanhar as demandas: “De qualquer forma, a comissão tem uma interlocução com a presidência da empresa para que todas as reclamações que cheguem até ela possam ser repassadas e tomadas providências”.
Durante a reunião da CCJ, Robinson destacou a aprovação do Projeto de Lei nº 25.910/2025, que cria uma política estadual de prevenção e combate à adultização e à sexualização de crianças. A proposta, relatada por Tiago Correia (PSDB), recebeu apoio unânime dos membros da comissão.
“Esse é um tema muito presente na atualidade, inclusive com denúncias de grande repercussão que provocaram a prisão de influenciadores digitais. Todo o Brasil está debatendo nas escolas, nas famílias, e as casas legislativas também têm que produzir legislação para proteger nossas crianças e adolescentes dessas práticas, hoje muito presentes especialmente nas redes sociais”, disse o deputado.
O projeto prevê ações educativas, capacitação profissional e a proibição do uso de recursos públicos em eventos que promovam a exposição precoce de crianças a conteúdos inadequados.
Além dessa matéria, outros cinco projetos foram aprovados pela CCJ, incluindo a criação da Política Estadual de Incentivo à Ovinocaprinocultura e a garantia de merenda escolar adequada para estudantes com diabetes.
Já uma proposta do deputado Alan Sanches (União Brasil), que obrigava secretários estaduais a prestarem contas anualmente, foi rejeitada por inconstitucionalidade e o deputado explicou em detalhes para a equipe do TakTá.
Ver essa foto no Instagram