Rosemberg defende ações do governo na segurança pública e critica politização da violência

Por Redação 02/09/2025, às 21h15 - Atualizado às 21h31

Por Maria Eduarda / Gabriela Encinas

O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), deputado Rosemberg Pinto (PT), rebateu críticas da oposição sobre a política de segurança pública e destacou os investimentos feitos pelo Estado em diferentes áreas das forças policiais.

Segundo ele, a nova legislação votada pela Casa contempla tanto praças quanto oficiais, e as críticas generalizadas não refletem a realidade.

“Nós votamos projetos que envolvem desde os praças até os oficiais. É natural que em toda categoria existam alguns que ainda não se sintam plenamente atendidos, mas estamos avançando”, afirmou.

Rosemberg ressaltou que a gestão estadual vem ampliando a estrutura das polícias com a criação de novos batalhões e companhias da Polícia Militar, além de duas novas diretorias regionais da Polícia Civil, voltadas ao fortalecimento da inteligência e da investigação.

“Com isso, criamos uma possibilidade melhor de coordenação, acompanhamento de crises e mais presença em diversas regiões”, explicou.

O deputado também criticou o que considera uma abordagem política da oposição ao tratar o tema da violência.

“A violência não pode ser tratada como disputa eleitoral. É uma questão social que envolve a atuação do governador, dos prefeitos e da sociedade. Não se resolve com discursos de enfrentamento ou decorações de gravata em forma de armas. Isso não ajuda”, disse.

Durante o debate, o deputado Diego Castro (PL) se posicionou contra as propostas do governo, mas Rosemberg minimizou as críticas.

Ele disse ser natural que nem todos se sintam contemplados, lembrando que alguns praças podem não ter sido incluídos neste momento, mas que as medidas priorizam a segurança pública como um todo.

“O investimento é para estruturar os batalhões da Polícia Militar e ampliar a atuação, enquanto a Polícia Civil ganha duas novas diretorias regionais. Oposição trata a segurança como tema político, mas nós a vemos como questão social”, declarou.

Rosemberg ainda criticou a postura do colega Diego Castro (PL) que utiliza adereços em formato de armas no plenário, como se “fossem solução para o problema da violência”.