A defesa do deputado estadual Kléber Cristian Escolano de Almeida (Avante), conhecido como Binho Galinha, questionou a condenação aplicada nesta quinta-feira (9), que impôs ao deputado 36 anos e 9 meses de prisão por crimes previstos no Estatuto do Desarmamento. Em nota publicada por meio das redes sociais, a defesa coordenada por Gamil Foppel classificou a decisão como resultado de um ato de incompetência e garantiu acionar recurso.
Na carta, o advogado manifestou seu descontentamento com erros técnicos, imprecisões e inconsistências, que levaram à decisão. Argumenta também que as acusações se referem a supostas irregularidades documentais e administrativas envolvendo armas registradas em nome do deputado, que é cidadão detentor do registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC). O que levou a considerar a punição adotada como equivocada e desproporcional.
De acordo com a defesa, a decisão foi pautada na soma de diferentes condutas relacionadas, que, em sua perspectiva, dizem respeito a um mesmo contexto. O que teria ocasionado o aumento da pena.
Ainda, segundo a manifestação, visto que a condenação foi proferida em primeira instância e é passível de recurso, tanto a elegibilidade quanto o exercício do deputado não serão impactados.
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